Sou profissional liberal: preciso de uma contabilidade?

É comum pensar que contabilidade é apenas para empresas (pessoas jurídicas), mas, em muitos casos, esse serviço é destinado para pessoas físicas, como é o caso dos profissionais liberais. Aqui neste post, já falamos sobre como o profissional liberal tem obrigações perante a Receita Federal e a Previdência Social. Questões que, muitas vezes por desconhecimento, são deixadas de lado. Isso até o momento em que você é surpreendido por uma notificação dos órgãos responsáveis. Daí vem a importância do profissional liberal conhecer suas responsabilidades fiscais.  E, para facilitar o cumprimentos delas, o melhor caminho é ter uma contabilidade como parceira. Pois é ela que dará a segurança para que você exerça sua atividade sem ter essa preocupação. É o profissional contábil quem garantirá que sua atividade está em conformidade com a legislação tributária e fiscal, assim como com as questões municipais, como o alvará de funcionamento, por exemplo. Desta forma, enquanto a sua contabilidade se preocupa em atender as obrigações legais, você poderá aproveitar o seu tempo para se dedicar ao seu negócio. Mas as vantagens não param por aí! Há várias questões que podem interferir diretamente nos resultados do seu trabalho, visto que, para a tributação correta das receitas, existem procedimentos específicos, despesas dedutíveis e informações obrigatórias. Além disso, há também a emissão de notas fiscais, folhas de pagamento (caso tenha funcionários), elaboração da Declaração do Imposto de Renda e outros processos que precisam ser mantidos de acordo com a legislação. Contabilidade é um serviço que demanda conhecimento e que pode trazer inúmeros benefícios, já que, com um acompanhamento técnico, você saberá qual é a sua carga tributária, quais são suas maiores despesas (podendo, então, reduzir custos), qual é sua margem de lucro e receber auxílio em tomadas de decisão que envolvem questões financeiras. E com o devido acompanhamento, o contador poderá contribuir para desenvolver as melhores ações e identificar o momento certo para você dar um passo à frente: abrir uma empresa e expandir o seu negócio.

Carnê-Leão: Dúvidas Frequentes

O carnê-leão é o recolhimento obrigatório do IRPF (Imposto de Renda das pessoas físicas) feito mensalmente através de um programa auxiliar do imposto de renda e importado para a declaração de IR anual.

A Contabilize agora é Velev

Já parou pra pensar em como a internet mudou a forma como você faz várias coisas no dia a dia? Conversar com amigos, pagar contas e fazer compras, tudo ficou muito mais prático e rápido. E se as coisas mudam, a sua contabilidade não poderia ficar parada no tempo, não é verdade? É por isso que a Contabilize agora é Velev. Uma versão atualizada da contabilidade de confiança que você já conhece: digital, fácil e para você. Estamos mudando porque acreditamos em uma contabilidade menos complicada, mais ágil e atualizada. Simplificamos e automatizamos processos, estreitamos o diálogo e transformamos o que era difícil em algo muito mais leve: é assim que pretendemos criar soluções que vão ajudar sua empresa a prosperar sem aquela burocracia de sempre. Tudo isso porque, acima de tudo, acreditamos no seu negócio. E queremos que essa mudança seja tão favorável para você quanto está sendo para nós.

Imposto de Renda – Principais Dúvidas

A Declaração de Imposto de Renda 2018 já está às portas. Não deixe a entrega para última hora. Leia nosso artigo, tire suas dúvidas e se prepare para o envio.

Investidor Anjo em Empresas do Simples Nacional

Os benefícios de se ter um investidor anjo de modo geral é captar recursos para viabilizar os negócios das Médias e Pequenas Empresas. Muitos empresários têm grandes ideias e poucos recursos financeiros para aplicar no seu empreendimento. O investidor anjo não participa do processo de gestão, não tem poder de voto, não representa e não assina pela empresa. Também não responde sobre as obrigações fiscais e trabalhistas, apenas acompanha a evolução da organização e os sócios prestam contas do retorno do valor investido. O investidor firmará com seu parceiro um contrato de participação e não de sociedade, não alterando o capital social da empresa. Este contrato de parceria terá a duração de no máximo sete anos, e não pode durar menos do que dois anos, porém nada impede que seja vendido o investimento para outra pessoa, desde que o contrato contemple essa cláusula de permissão. Através da apuração dos balanços de cada ano e de acordo com as cláusulas do contrato firmado, será entregue parte dos lucros apurados ao investidor, obedecendo ao limite de no máximo 50% dos lucros da empresa. Vale lembrar que o Ministério da Fazenda poderá regulamentar tributação sobre a retirada do capital investido. Caso um dos sócios queira abandonar a sociedade, o investidor anjo tem preferência na compra da parte da sociedade. Investidores e empresas que queiram aderir esse tipo de negócio devem deixar bem claro em suas cláusulas o que ambas desejam. O melhor modelo de contrato de investidor anjo é aquele que ambos assumem riscos e que atrela o retorno dos investimentos com o risco do negócio!

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